Compramos somente passagens de ida já que estávamos indo para uma temporada.
Apesar de não termos encontrado qualquer norma que liberasse o cônjuge (só eu tinha o visto) de comprar a passagem de volta, o atendente da TAP nos relatou que a empresa aérea não cobrava mais esse bilhete e que não deveríamos ter problemas com as autoridades de imigração - ficamos mais tranquilos.
Separamos, para apresentar ao agente de imigração, a certidão de casamento apostilada (a minha esposa entrou como turista), a apólice de seguro de saúde por um ano, cópia dos extratos dos bancos no Brasil e em Portugal e as reservas em Vila Nova de Gaia e Aveiro.
Ao chegarmos, o agente da imigração não fez nenhuma pergunta e não solicitou documentos.
Pegamos o carro e fomos direto para Vila Nova de Gaia, onde tínhamos reserva pelo Airbnb.
